terça-feira, 8 de junho de 2010

Planejamento com as TICs


ESTRUTURA DO PLANEJAMENTO SEMANAL

Ano Letivo – 2010

Unidade Escolar: Escola Estadual D. Pedro II
Série / ano: Correção de Fluxo
Disciplina: Ciências Nº de aulas: 03 horas/aula.
Professor(a): Tarciso de Oliveira e Orientadora Dilvani O. Borges.

Período: de 17 de maio a 04 de junho /2010
Conteúdos: Solo, um sistema de milhões de anos

Eixo Norteador: Vida e Ambiente, Ser Humano e Saúde, Tecnologia e Sociedade e Terra e Universo

Objetivos: Saber combinar leitura, observação, experimentação e registros para coleta, organização, comunicação e discussão de fatos e informações.

Competências: Ser capaz de utilizar-se das informações para compreender a relação existente entre a Terra e os Astros

Habilidades: Explicar a formação e composição do solo;
Caracterizar os diferentes tipos de solo;
Identificar os principais impactos no solo causados pela agricultura e pecuária;

Metodologias: Aulas dialogadas, aulas práticas e palestra no LABEIN da U.E.

Recursos: Quadro negro, giz, vídeo, datashow, telão e computador, Internet banda larga.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
As ciências do solo estudam o solo como recurso natural da superfície terrestre, incluindo a formação do solo (pedogénese), sua classificação e cartografia e ainda as suas propriedades físicas, químicas, biológicas e fertilidade, bem como a relação destas propriedades com o uso e gestão dos solos.
Por vezes, termos que se referem a ramos da ciências do solo, como pedologia (formação, química, morfologia e classificação de solos) e edafologia (influência do solo nos organismos, especialmente plantas), são utilizados como sinónimos de ciências do solo. A diversidade de nomes associados a esta disciplina está relacionada com as várias associações possíveis. Na verdade, engenheiros, agrônomos, geógrafos, biólogos, microbiólogos, silvicultores, arqueólogos e especialistas em planeamento regional, contribuem todos para o conhecimento mais completo dos solos e para o avanço das ciências dos solos.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Hipertexto

Hipertexto
No meio escolar, o uso pedagógico do hipertexto é apontado como fator que pode contribuir efetivamente para o avanço qualitativo do processo ensino e aprendizagem. O termo hipertexto foi cunhado por Ted Nelson em 1965. Uma maneira simples de entender tal termo se dá mediante a comparação com o texto tradicional. Um texto tradicional é seqüencial, isto é, existe uma ordem página a página, na qual ele deve ser lido, já o hipertexto é não-sequencial, não existe uma única ordem na qual deva ser lido. O hipertexto apresenta diversas opções para os leitores, cada leitor individualmente, escolhe a ordem na qual quer ler o hipertexto, o que resulta em uma série de alternativas para o fluxo das informações. Outros autores descrevem o hipertexto em um conjunto de nós ligados por conexões, que podem ser palavras, páginas, imagens, gráficos, seqüência sonora e documentos complexos que também podem eles mesmos, ser hipertextos. Os itens de formação não ligados linearmente, como em uma corda como nó, cada um deles, ou a maioria, estendem suas conexões em estrela, de modo reticular, o hipertexto possibilita novas formas de ler e escrever, um estilo não-linear e associativo a idéias e conceitos, sob a forma de links. Os links agem como portas virtuais que abrem caminhos para outras informações. E podendo produzir diferentes resultados como transferir para um novo tópico, mostrar uma referencia, fornecer informações adicionais, como nota de rodapé, definição ou anotação, exibir uma ilustração, esquema, fato, definição ou seqüência de vídeo, exibir um índice, executar outro programa de computador, como por exemplo, programa de entrada de dados ou rotinas de animação. O hipertexto deve refletir a estrutura organizacional do assunto, uma certa estória de certa magnitude definida e podendo oferecer múltiplas possibilidades, nas quais os próprios leitores (alunos) constroem sucessos na leitura exploratória e intencionalmente desejada e projetada pelo mediador (professor) para não ocorrer o risco de que os usuários (alunos) do hipertexto fiquem desorientados ou perdidos. Portanto temos que transformar o hipertexto a favor da educação organizando-o num potencial para a diversidade atual na qual possamos oferecer capacidade tanto para aumentar a qualidade da informação quanto para facilitar seu uso, com dinamismo e a interconexão em tempo real, em constante evolução, atendendo a emergência de uma inteligência coletiva, já que essa possibilita a participação e o questionamento sobre, tudo e abrindo novos espaços sociais e culturais.

terça-feira, 11 de maio de 2010

weber sites

Ola, colegas temos sites para todas as áreas.
Bússola escolar – pesquisas em geral
http://www.bussolaescolar.com.br

Canal kids – conhecimentos gerais
http://www.canalkids.com.br
Eco Kids – Site educativo
http://www.ecokids.com.br

Klick Educação – portal educacional
http://www.klickeducacao.com.br
Museu do Índio
http://www.museudoindio.org.br

Site da revista Recreio
http://www.revistarecreio.com.br
Site sobre animais
http://www.saudeanimal.com.br

Canal educacional do Portal Terra
http://noticias.terra.com.br/educacao

National Geographic
http://www.natgeo.com.br/br/
Weblínguas
http://www.weblinguas.com.br/

Biblioteca Nacional

Divisão de música e arquivo sonoro - http://www.bn.br/site/pages/catalogos/musica/musica.htm Ambiente de pesquisa em um grande acervo cartográfico.

http://www.bn.br/site/pages/catalogos/cartografia/cartografia.htm
Biblioteca Virtual de Direitos Humanos
http://www.direitoshumanos.usp.br/


Biblioteca Virtual de Educação à Distância
http://www.prossiga.br/edistancia/
Fundação Biblioteca Nacional
http://www.bn.br

Biblioteca Digital de Teses e Dissertações
http://www4.usp.br/index.php/home
Canal de educação – Folha on-Line
http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/

Física
http://www.adorofisica.com.br/
Museu do Louvre
www.louvre.fr
Planeta Educação:
http://www.planetaeducacao.com.br/new/index.asp

Dia-a-dia Educação:
http://www8.pr.gov.br/portals/portal/educadores.php
Ministério da Cultura
www.cultura.gov.br
Matemática
http://www.mathema.com.br/
Ruth Rocha
http://www.uol.com.br/ruthrocha
Mingau Digital
http://www.mingaudigital.com.br/
http://www.ciencia.org.br/
Estação Ciência da USP
http://www.eciencia.usp.br/

Artcyclopédia
http://www.artcyclopedia.com/
Jangada Brasil
http://jangadabrasil.com.br

Mitos e Lendas – Nosso Folclore
http://sitededicas.uol.com.br/cfolc.htm

Mundo Caipira – o maior portal sobre cultura popular brasileira
http://www.mundocaipira.com.br/
CPRM – Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais
http://www.cprm.gov.br

COMUNISMO
http://www.comunismo.com.br

História
http://www.historianet.com.br/home/


Só Matemática – portal matemático
http://www.somatematica.com.br

Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis
http://www.ibama.gov.br/

Jornal do Meio Ambiente
http://www.jornaldomeioambiente.com.br/

Ministério do Meio Ambiente
http://www.mma.gov.br/

Guia dos curiosos
http://www.guiadoscuriosos.com.br

HowStuffWorks – Como tudo funciona!
http://hsw.uol.com.br/

sexta-feira, 16 de abril de 2010

QUEM SOU COMO PROFESSOR E APRENDIZ?




O professor da atualidade é o verdadeiro aprendiz. Hoje a escola nos remete a busca constante de novos conhecimentos e ainda somos uma sociedade em que as tecnologias geram mudanças rápidas, precisamos estar atentos e antenados em todos os cursos e possibilidades de praticarmos uma pedagogia satisfatória Não podemos correr riscos do nosso aluno dominar as mudanças além dos nossos conhecimentos portanto a nossa busca precisa ser contínua. A fonte deve ser segura confiável para se transmitir informações coerentes e que venham de encontro com a contextualização e atenda as necessidades primordiais do aluno do século XXI. Que tem um perfil da cultura da aprendizagem, que não pode ser mais pensada como algo que acontece somente no âmbito da escola. A aprendizagem vai ocorrer ao longo da vida do indivíduo. Porém o papel da escola e dos atores da educação é de facilitar o acesso aos estudos na integra.
Não se pode olhar para trás em direção á escola ancorada no passado, que se limitava a ler, escrever, contar e receber passivamente um banho de cultura geral. A nova cidadania que é preciso formar exige, desde os primeiros anos da escolarização, outro tipo de conhecimento e uma participação mais ativa dos alunos no processo de aprendizagem. É preciso pensar na escola do presente-futuro e não do presente-passado, como fazem muitas pessoas que sentem tanta nostalgia do passado quanto maior é a magnitude de mudança a que se propõe.
A inovação educativa, em determinados contextos, associa-se á renovação pedagógica. E também á mudança e a melhoria, ainda que nem sempre uma mudança implique melhoria: toda melhoria implica mudança.
A simples modernização da escola nada tem a ver com a inovação. Assim, encher as classes de computadores, realizar saídas ao entorno, cultivar uma horta ou realizar oficinas são freqüentemente simples desenhos que enfeitam a paisagem escolar, mas que não modificam absolutamente as concepções sobre o ensino e a aprendizagem estabelecidas no mais rançoso conservadorismo. São mudanças meramente epidérmicas que, isso sim, se vendem muito bem nas escolas privadas - e nas escolas públicas que também competem no mercado – para estar na moda e atrair mais alunos. Outras vezes a inovação é um simples rótulo, pois já se sabe que na educação, como em outros âmbitos sociais, é muito comum mudarem-se apenas os nomes das coisas e deixar tudo exatamente igual.
A inovação procura converter as escolas em lugares mais democráticos, atrativos e estimulantes.
È preciso muito tempo no para modificar práticas e atitudes incrustadas em processos ideológicos. As inovações tem de ser pensadas, geridas e realizadas autonomamente pelos professores. Daí a necessidade de que as inovações e a mudança educativa encontrem um justo ponto de equilíbrio entre tradição e modernidade, entre avanço e a estabilidade, entre o presente e o futuro.

Dilvani Oliveira Borges.
11-04-2010.